Operatório

Clínica Dr. Michel Menezes

Perguntas e respostas

Saiba mais sobre a Cirurgia da Obesidade. Separamos algumas perguntas e respostas mais corriqueiras para lhe auxiliar. Caso possua alguma dúvida entre em contato conosco nos telefones abaixo ou através de e-mail.

Técnicas Cirúrgicas

Atualmente, apenas duas técnicas cirúrgicas representam quase a totalidade das cirurgias bariátricas realizadas no mundo, conhecidas como By-pass e Sleeve.

O By-pass é considerado a cirurgia clássica pois já é realizado a praticamente 30 anos a partir da cirurgia de Fobi-Capella (ver história da cirurgia bariátrica). Historicamente sempre foi o procedimento mais realizado no mundo. O Sleeve é uma cirurgia mais recente, aceita mundialmente para o tratamento cirúrgico da obesidade a partir de 2008. Devidos aos excelentes resultados vem ganhando expressão e desde a metade de 2014 já é o procedimento mais realizado nos Estados Unidos.

Sleeve

A gastrectomia vertical (gastrectomia em manga, gastrectomia longitudinal, gastrectomia sleeve) é um dos novos procedimentos bariátricos que tem recebido aceitação global, com bons resultados em múltiplos centros em vários países. Funciona com uma restrição gástrica, com remoção de 70% a 80% do estômago, no sentido vertical. Entretanto, outros efeitos são promovidos além da saciedade precoce, como um componente hormonal associado redução da Grelina que leva a diminuição do apetite. Como os demais procedimentos cirúrgicos bariátricos, deve ser realizada por equipes bem treinadas, com habilitação específica e suporte multidisciplinar adequado.

  • Vantagens: não exclui o duodeno do trânsito alimentar, portanto não interfere com o sítio de absorção de ferro, cálcio, zinco e vitaminas do complexo B. Pode ser transformada, em caso de insucesso, no By-pass gástrico. Praticamente não observamos a chamada Síndrome de Dumping (sintomas como náusea, taquicardia, cefaleia, cólicas e diarreia que podem ocorrer, isolados ou em conjunto, após comer alimentos doces ou muitos gordurosos)
  • Desvantagens: método irreversível, uma vez que parte do estomago foi removida. Apesar de não interferir na absorção de vitaminas, alguns pacientes por comerem menos e não adequadamente podem necessitar a reposição. Por ser um procedimento mais recente, não temos ainda resultados a tão longo prazo como o By-pass.

By-Pass

Resumidamente, a técnica consiste em 2 partes, a redução do estomago em média a 20% da sua capacidade e a confecção de um desvio intestinal (By-pass). A parte do estomago vai ser responsável pela saciedade precoce e a parte intestinal por reduzir a absorção de calorias e aumentar a produção de hormônios intestinais que auxiliam no processo de emagrecimento. Um grande exemplo é o GLP-1, hormônio responsável pela melhora ou mesmo cura do diabetes.

  • Vantagens: Procedimento consagrado com excelentes resultados sustentáveis. Como nada foi removido é considerada uma cirurgia reversível.
  • Desvantagens: A parte intestinal, ao mesmo tempo que reduz a absorção de calorias ingeridas, também leva a diminuição da absorção de algumas vitaminas ( Ferro, Vitamina B e Cálcio são as mais comuns), tornado a suplementação com polivitamínicos necessária por toda a vida. Maior probabilidade de desenvolver Síndrome de Dumping. Hoje não consideramos mais a diminuição de absorção de outros medicamentos, pois a experiência mostrou que este fato permanece normal.

Enfim, quais as cirurgias realizada pelo Dr. Michel Menezes e porquê?

Toda nossa equipe é atualizada frequentemente através da participação de cursos, congressos e intercâmbios com outros serviços de cirurgia bariátrica, tanto no Brasil como no exterior. Seguimos as tendências mundiais associada à nossa experiência adquirida ao longo dos anos, portanto realizamos tanto o By-pass como o Sleeve. A escolha da técnica será feita respeitando a opinião do paciente e baseada no caso clínico de cada um. Não existe a melhor técnica e sim a mais adequada para cada paciente. Serão fornecidas todas as informações sobre cada procedimento ajudando ao paciente construir sua opinião e participar da escolha do seu procedimento. .

Dúvidas frequentes sobre a técnica by-pass

Todas as cirurgias são realizadas por videolaparoscopia, através de 5 incisões, os famosos “Furinhos”. Acreditamos que este seja o melhor método de acesso para realização da cirurgia , corroborando com inúmeros artigos científicos publicados nos últimos anos , tratando-se de um procedimento menos invasivo , pós operatório com menos dor , recuperação e retorno as atividades habituais com mais rapidez , internação mais curta e com menos complicações de ferida operatória , como seromas , infecção e hérnias.

Esta técnica é mais fundamentada em restrição do estômago do que em má absorção, ou seja, não promove diarréia no pós-operatório, e também por isso é necessário menos suplementação de nutrientes que técnicas mais disabsortivas hoje em dia abandonadas.

A nível dos conhecimentos atuais, sabemos que esta técnica, promove não só a restrição mecânica e o trecho de má absorção, mas também uma série de alterações de hormônios e mediadores intestinais que alteram de forma significativa a saciedade, a utilização de glicose pelo organismo com seu efeito controlador do Diabetes, entre outros, fato de extrema importância no resultado cirúrgico a longo prazo em relação a perda de peso e controle de doenças associadas.

Ao contrário do que se pensava anteriormente, a parte intestinal não leva a diminuição da absorção de medicamentos, como anticoncepcional e antibióticos e etc.

A operação tem riscos? Tem sim! Toda operação tem riscos. Isto depende do tipo de paciente a ser operado, da qualidade do preparo pré-operatório – onde uma parte depende dos médicos, e outra depende do paciente. A medicina não é uma ciência exata, e incontáveis fatores podem, eventualmente, comprometer nossos resultados, apesar de tudo ter sido bem feito. A mortalidade desta operação, em Centros Médicos dedicados ao problema fica em torno de 1%. Considerando apenas os pacientes de baixo risco estas cifras ficam próximas de 0.2%.

Dúvidas frequentes sobre a técnica do sleeve

Assim como o BY-PASS também é realizada por videolaparoscopia, aproveitando todas as vantagens deste método..
Não é correto achar que o SLEEVE promove uma perda de peso inferior ao By-pass. O resultado dependerá mais do paciente comprometido com o tratamento do que as técnicas. Podemos considerar o mesmo resultado.

Existe uma tendência mundial a indicar o SLEEVE para pacientes jovens, uma vez que terão uma longa vida pela frente e se houver uma falha poderá ser oferecido a transformação para técnica do BY-PASS.

Evitamos indicar o SLEEVE para pacientes diabéticos, uma vez que na parte intestinal da técnica do BY-PASS é que se baseiam os mecanismos de melhora da doença.

Não é correto achar que a técnica do SLEEVE é menos invasiva que o BY-PASS apenas por não ter a parte intestinal e não promover a diminuição de absorção de vitaminas. As duas técnicas são procedimentos de alta complexidade. .

Pré-Operatório

A fase do Pré-Operatório

Diferente de outros procedimentos cirúrgicos, podemos dizer que a cirurgia da obesidade é um verdadeiro programa de controle de peso, iniciando-se desde o pré-operatório..

Não obstante a necessidade de exames laboratoriais e de imagem , que constituem o risco cirúrgico ( estratificação de segurança e cuidados para cada paciente ), ao procurar tratamento cirúrgico serão iniciadas as avaliações especializadas. Muitos pacientes se assustam tamanha a quantidade de exames e avaliações durante o pré-operatório, porém queremos o melhor preparo possível, estando o paciente no ato operatório cercado de toda segurança. Por outro lado, este tempo dispensado a todos exames e avaliações, também nos ajuda como um limitador da ansiedade. Sabemos que todos pacientes queriam ser operados no momento seguinte da primeira consulta, porém o check-up conferido pelos exames e risco cirúrgico, um preparo recheado de informações pela equipe multidisciplinar, este site e reuniões de grupo mensais, fazem com que o paciente chegue ao momento cirúrgico seguro, tranquilo, consciente e motivado, além de já ter planejado todo o período pós operatório. Você irá perceber que este preparo é muito individualizado (assim como todo o acompanhamento per e pós-operatório), pois cada paciente é diferente, com perfis psicológicos e nutricionais diferentes, podendo estender ou até mesmo encurtar esse período de pré-operatório. .

Você irá perceber que este preparo é muito individualizado ( assim como todo o acompanhamento per e pós operatório) , pois cada paciente é diferente, com perfis psicológicos e nutricionais diferentes , podendo estender ou até mesmo encurtar esse período de pré-operatório.

Primeiros passos para a cirurgia

Exame clínico por cirurgião bariátrico da equipe do dr. Michel menezes

  • Avaliar indicação cirúrgica
  • Explicação criteriosa sobre o tratamento cirúrgico
  • Entregar folheto explicativo ( Linguagem de simples compreenção para ser lido também pelos familiares.)
  • Solicitar exames de pré-operatório e risco cirúrgico.

Avaliação preliminar, e acompanhamento, pela psicóloga da equipe. (em média são necessárias duas consultas

  • Avaliar transtornos alimentares
  • Avaliar história de distúrbios psicológicos
  • Preparo Psicológico para a cirurgia e pós -operatório
  • Obs: Podem ser necessários mais entrevistas com o psicólogo antes de determinado paciente se mostrar apto a cirurgia.
  • Avaliar terapia de grupo e familiar .Em casos selecionados pode ser necessário também avaliação pelo Psiquiatra.

Exame e orientação pela nutricionista da equipe. Inclui, em média uma consulta

  • Avaliar perfil nutricional
  • Orientações sobre mastigação e hábitos alimentares
  • Orientação sobre a dieta no pós-operatório

Obs: Pacientes com IMC muito elevado (geralmente > 55) necessitam alguma perda de peso no pré-operatório, pois sabidamente tem um risco cirúrgico maior, o que pode levar a mais encontros com a nutricionista para um preparo adequado

Exame avaliação pelo endocrinologista – consulta final após estar com todos os exames prontos, inclusive o risco cirúrgico

  • Avaliar obesidade decorrente de patologia endócrina ( ex: Hipotiroidismo não tratado , Doença de Cushing ) tornando o paciente não candidato ao tratamento cirúrgico
  • Correção de fatores que podem levar ao maior risco cirúrgico: Diabetes e Hipertensão descompensados, anemia e outras deficiências de vitaminas.
  • Orientar sobre o acompanhamento pós operatório , necessidade de reposição de vitaminas

Reuniões de Grupo mensais

Realizamos reuniões de grupo mensais, aberta a todos os pacientes, familiares e amigos. Participam os membros da equipe, inclusive anestesistas, além de pacientes já operados, com intuito de fornecer mais informações, tirar dúvidas, e o mais importante, promover a troca de experiências entre pacientes operados e não operados e seus familiares. Algumas vezes, há uma palestra ministrada por um convidado sempre de especialidade associada, como a muito disputada palestra de Cirurgia Plástica.

As reuniões são realizadas no Auditório do mesmo prédio da clínica, segunda-feira, às 19 horas. Apesar de considerar muito importante a participação dos pacientes e familiares, sabemos que para muitos é muito difícil o comparecimento por diversos motivos, portanto não é obrigatório.

Atualmente, com o acesso as mídias sociais, os pacientes conseguem trocar experiências assim como na própria sala de espera da clínica. Porém são instrumentos não oficiais da clínica e algumas informações podem não corresponder a verdade.

Por fim, é assinado um Termo de Consentimento Informado, orientado pela Sociedade de Cirurgia Bariátrica, e agendado o procedimento cirúrgico.

Pós-Operatório

Pós-Operatório Imediato

Seguimos a conduta chamada “Fast Track Bariatric Surgery” adotada pelos serviços de cirurgia bariátrica mais experientes do mundo, tendo como base uma série de medidas que permitem cirurgias mais rápidas, pós-operatório imediato no quarto, deambulação e alta hospitalar precoce. Tudo isto com vantagens comprovadas cientificamente sem comprometer a segurança do paciente.

Ao término da cirurgia, o paciente encontra-se totalmente acordado, falando e respirando espontaneamente. O anestesista libera o paciente da sala de cirurgia somente quando totalmente recuperado da anestesia. Encaminhamos o paciente para o quarto na imensa maioria das vezes.

Utilizamos o CTI apenas para pacientes graves que necessitarem monitorização e acompanhamento médico no período.

Por algumas horas do pós operatório imediato é mantida uma máscara de oxigênio para enriquecer os níveis sanguíneos necessário para recuperação anestésica.O leito é mantido com a cabeceira elevada para favorecer a respiração , porém o paciente pode e até mesmo deve movimentar-se ativamente procurando uma posição o mais confortável possível durante o período. Cabe também ressaltar que além das medicações de rotina como antibiótico, analgésicos, anti-eméticos, também estão prescritas medicações de reserva para dor e náusea, devendo ser solicitados sempre que necessário para garantir um pós-operatório confortável, apesar de o procedimento videolaparoscópico costumar ser muito pouco doloroso.

Após 4 a 6 horas da chegada ao quarto, é permitindo que o paciente levante e caminhe, o que é extremamente necessário para sua recuperação e prevenção de complicações.

Você começa a alimentar-se no dia seguinte da operação, com apenas líquidos ralos, e de 15/15 minutos. Após algumas horas, com boa aceitação da dieta e com os parâmetros clínicos normais receberá alta hospitalar.

Nos primeiros 15 dias, sua ingestão será apenas de líquidos. Instruções mais detalhadas e completas serão dadas por ocasião de sua consulta com a nutricionista e na hora da alta hospitalar.

Durante toda sua estadia no hospital são realizadas visitas pelo cirurgião ou eventualmente por algum membro da equipe cirúrgica, e em alguns casos também pelo clínico da equipe.

Orientações importantes para o retorno ao lar:

 

  • Após a alta hospitalar não há mais a necessidade de curativos, as pequenas feridas operatórias são lavadas durante o banho com água e sabão, deixadas descobertas de curativos até a retirada dos pontos mais ou menos 15 dias de pós-operatório.
  • O paciente não deve ficar acamado ao chegar na sua residência. Como dito anteriormente, a mobilização frequente e o caminhar são nossos maiores aliados na recuperação e prevenção de complicações. Tarefas simples do lar, subir escadas, cozinhar estão autorizadas desde que o paciente se sinta bem e seguro para tal atividade. Porém devemos lembrar que neste período você está se recuperando de uma cirurgia de grande porte, com alimentação restrita e algumas vezes deve estar sentindo-se pouco cansado, e neste caso não deva forçar qualquer atividade.
  • Após 15 dias o paciente poderá retornar a sua vida ao normal em todos os aspectos, trabalho, estudo, afazeres habituais e também iniciar atividade física. As atividades aeróbicas como caminhadas, natação, hidroginástica, esteira, bicicleta são as mais indicadas.
  • A alimentação da primeira semana é fornecida ao paciente e devidamente explicada na consulta com a nutricionista que antecede sua cirurgia. O motivo da dieta em pequenos volumes, rala e com frequência de 15 em 15 minutos é permitir a alta hospitalar precoce do paciente. Devemos lembrar que seu novo estômago está cicatrizando e não podemos exceder o volume ou a consistência do alimento. É importante cada paciente respeitar e perceber sua tolerabilidade. Logo após a primeira semana de pós-operatório é feita uma nova consulta com a nutricionista, e nesta ocasião é evoluída a dieta, chegando por volta de 15 dias o início da dieta pastosa e sólida.
  • Lembre-se: Você terá acesso a toda equipe desde o pré-operatório, e mesmo em casa, você estará amparada por toda equipe. Nunca pense duas vezes em ligar para os membros da equipe em caso de dúvida, mesmo as mais simples, para que nada saia do esperado. Evite mensagens de celular e e-mails se houver alguma urgência.

Pós-operatório tardio

O acompanhamento multidisciplinar pós-operatório é fundamental para o sucesso do procedimento e um “emagrecimento saudável”. Carinhosamente dizemos que os pacientes operados pela nossa equipe entram de fato para nossa família, ou seja, sempre estaremos juntos.

Como vimos na seção de técnicas cirúrgicas, a cirurgia bariátrica promove uma restrição ao volume de alimentos ingeridos e uma má absorção, ou seja, alguns nutrientes passam a ter dificuldade de serem absorvidos e por este motivo, logo após 30 dias de operado é iniciado a reposição do complexo de vitaminas. Mesmo os pacientes que fizeram a técnica do SLEEVE utilizam o polivitamínico inicialmente. A dieta orientada pela nutricionista, além do objetivo de emagrecimento, também se destina a minimizar as necessidades de reposições.

O acompanhamento com toda equipe: endócrino, nutricionista, e muitas vezes com o psicóloga é extremamente necessário, principalmente dentro dos primeiros dois anos de pós-operatório, quando a velocidade de perda de peso é maior e quando o paciente deve ser monitorado, evitando o aparecimento de qualquer problema. Neste período tentamos organizar um fluxo de consultas com a equipe para facilitar ao máximo a vida do paciente, aumentando a adesão ao acompanhamento a longo prazo.

Este acompanhamento é tão importante, que criamos uma sequência de consultas simples e na maioria das vezes conjuntas para aumentar a adesão dos pacientes ao tratamento. Podemos resumir o período em uma palavra “ RESULTADO”. Foi provado que a maioria dos casos de reganho de peso são devidos ao pós-operatório inadequado.

Enfim, o desejo da equipe é que o paciente tenha um pós-operatório tranquilo, saudável, que compartilhe conosco as vitórias em relação a melhora nas doenças associadas a obesidade e na qualidade de vida. Esperamos que você aprenda utilizar a sua cirurgia e formular sua dieta e sua atividade física para manter o controle do peso e suas vitórias no futuro. Queremos que sua vida aos poucos volte muito próximo ao normal, obviamente reeducado, com novos hábitos e atitudes, e conte sempre com a sua nova família – a nossa equipe!

Perguntas Frequentes

Porque tenho que fazer tantos exames e passar por tantas avaliações?

Essa pergunta está melhor esclarecida na seção PRÉ-OPERATÓRIO desse Site, apenas reforçamos que é por extremo cuidado e excelente preparo do paciente a ser operado, para que a cirurgia seja um sucesso e jamais com a intenção de dificultar a vida do paciente ou atrasar sua cirurgia.

Sou Hipertenso e/ou diabético – posso operar?

Pode sim. Um dos grandes objetivos da cirurgia bariátrica é justamente a cura ou melhor controle dessas doenças associadas a obesidade. Logicamente será necessário um bom preparo pré-operatório para controle e estabilização dessas doenças para que não aumentem o risco cirúrgico.

Após a cirurgia eu nunca mais vou poder comer um doce, um pedaço de pizza, tomar uma taça de vinho?

Desejamos que sua vida, após um período inicial de emagrecimento, (mais precisamente na fase de manutenção de perda de peso) volte muito próximo do normal , o que inclui comer de tudo. Porém não entendam isso como: “Opero, cabe pouca comida, então levo a minha vida normalmente, que não vou engordar “. Precisamos que neste momento o paciente esteja reeducado, com novos hábitos, e que pequenos pecados sejam então compensados com posteriores restrições e/ou mais atividade física para que não haja reganho de peso e sim manutenção.

Existe o risco de ganhar peso após operar?

Existe sim. A cirurgia não é um milagre, não freia as calorias ingeridas, assim, podemos em apenas 100 gramas de alimento ingerir 80 ou 800 calorias, conforme organizamos nosso cardápio. O excelente resultado de perda e sua manutenção depende de uma reeducação alimentar e hábitos de vida. A experiência nos mostrou que o mais comum é o paciente atingir seus objetivos, colher todos os ganhos e aproveitar todos os benefícios que a cirurgia lhe promove e criar muito cuidado com si mesmo para não reganhar peso.

A redução do estomago é realizada a partir do estomago original. Na técnica do By-pass o que acontece com o restante?

Realmente nada é retirado! Permanece no local, apenas excluído do trânsito alimentar. A maior parte das doenças do estomago é originada pelas toxinas presentes na alimentação, e, justamente por isso que podemos dizer que a porção excluída estará “protegida”.

Não consigo vomitar – Após a cirurgia minha amiga disse que é normal vomitar muito – Isto é verdade?

Não. O normal e o esperado é não vomitar, se isso ocorrer o paciente deve ser avaliado e orientado pela equipe.

Será que vou ficar muito flácida/o após a cirurgia?

Não temos como prever, apenas sabemos que a atividade física, dieta adequada e idade mais jovem geralmente estão relacionadas a menos flacidez.

Quanto tempo após a cirurgia bariátrica eu posso engravidar?

A pouco tempo atrás dizíamos sem pensar – 2 anos. Porém atualmente é considerado o momento que estabilizar a perda de peso, por volta de 18 meses, estando em boas condições clínicas e, obviamente orientada por sua obstetra. É muito importante também que durante o período da gravidez a paciente esteja também próxima a equipe multidisciplinar, para uma gestação saudável em todos os seus aspectos.

Quanto tempo após a cirurgia bariátrica eu posso fazer cirurgia plástica?

Por volta de 1 ano e meio. É necessário a estabilização do peso por pelo menos 3 meses. Um fator importante para esperar este período é a recuperação da pele para um melhor resultado estético.

Perguntas Frequentes

Reuniões Mensais

Todo mês realizamos reuniões mensais justamente para retirar todas as dúvidas em relação a cirurgia bariátrica. Confira as datas e temas destas reuniões e participe!

É muito importante a realização de atividades físicas, além de ser saudável é ótimo para você estar participando ainda mais de nossa grande família. Promovemos eventos esportivos com a ajuda de nossos pacientes, como a EQUIPE RUNNING. Assim como a s reuniões você encontrará a programação neste SITE.

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